Somos meros "lulus"; final de ciclo;calendário maia;freqüencias;tsunami novamente;ficção ou realida

domingo, 3 de julho de 2011

Inverno no RS

                 

Neve em Gramadohttp://3.bp.blogspot.com/_jg-dlgPIBRE/TFtl_0iyoTI/AAAAAAAABYw/dILgJhw3K3I/s1600/neve+rs.jpg
As vezes até dá para moldar bolinha de neve...http://ecofotos.com.br/wp-content/uploads/2008/11/brasil-sao-jose-ausentes1.jpg
Em São José dos Ausentes faz a menor temperatura do RS

Neste país de dimensões continentais, enquanto faz +de 40ºC em alguns estados, em outros, mais meridionais, cai neve.
Haja chocolate quente para aquecer!!!


Sáb, 2 de Jul de 2011 4:39 pm

arthemegea
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Inverno e reminiscências

http://images02.olx.com.br/ui/7/42/82/1279030718_104944082_1-Fotos-de--lencois-de-malha-fio-301-100-algodao-1279030718.jpg

                                    Inverno e reminiscências

                                    Lembro de quando era criança, o inverno, embora chuvoso, era uma época muito gostosa: sentar perto do fogão a lenha, comer pinhão e pipoca, conversar com minha querida tia enquanto ela cozinhava e me explicava o que estava preparando. Mais tarde, eu fazia meu tricô e as lições da escola. Pela manhã, eu ia à aula, muito enroupada e bem protegida. Na cantina, comprava chá quente ou leite quente e comia com biscoitos amanteigados caseiros.
                                    Mas, o ponto alto do dia (ou da noite) era me enfiar em pijama de flanela e deitar nos lençóis de algodão, sempre quentinhos. Os edredons e cobertores ajudavam a aquecer. Edredons feitos de lã penteada e bem espessos. Eu mesma cardava a lã para confeccionar os nossos edredons. Minha mãe cortava e costurava a capa dos edredons. Alinhavava e marcava onde deveríamos bordar os pontos para prender a lã. Depois de pronto, ficava um fino trabalho artesanal. Preciso contar que minha mãe e minha avó também faziam nossos lençóis. Compravam tecido barrado e um tecido liso para a parte de baixo. As fronhas eram feitas do mesmo tecido barrado do lençol. Algumas vezes, minha avó tinha o capricho de bordar lençóis ou toalhas...era incrível!
                                   Hoje, usamos lençóis de fibra sintética, que embora fáceis de lavar e manter, nem são quentes ou aconchegantes. Embora bonitos e funcionais, não guardam aquela textura do algodão, tão macio! Também temos edredons de lã sintética e mal-costurada, ficando algumas partes mais cheias e outras mais ralas. Sem falar que, ao lava-los, a lã sintética costuma se amontoar em certas partes e esvaziar outras. A explicação do fabricante: acontece por causa da centrifugação. Parece que lavar não estava nos planos do fabricante.
                                   Esta manhã, mexendo casualmente em meus lençóis, encontrei dois jogos de lençóis de algodão...logo me veio à memória a minha infância e, não tive dúvidas: coloquei em uso. Também desejei fazer edredons, mas teriam que ser feitos com lã sintética. De cobertores, ainda tenho um bom suprimento deles, alguns nacionais, outros não. Não imagino como e porque fomos abolindo nossos costumes e adquirindo outros. Deve ser porque as fibras sintéticas são mais baratas e mais abundantes. Mas, lembre-se: o aconchego, o conforto, não tem preço!!!



sexta-feira, 1 de julho de 2011

A expofeira

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A EXPOFEIRA

Em uma dessas meditações me vejo numa expofeira de
máquinas agrícolas.
Vários stands mostram máquinas de última geração;
outros mostram as frutas da região. Lá, no meio dos stands, há um trailer com um
consultório dentário, outro com um consultório de prevenção de combate ao cancer
genital feminino.
Visito os stands para me inteirar das novidades nas
máquinas agrícolas e a produção de frutas e grãos.
De repente, não sei porque resolvo fazer exame de
prevenção.
Um dos médicos me fala que vai extrair um pedaço de
tecido para exame. Julgo que vou sentir dor, mas, ao contrário, sinto prazer.
Vou embora apreensiva, prometendo voltar para buscar os exames.
Quando retorno para buscar os exames poucos dias
depois vejo uma enorme fila de casais em frente a uma tenda. Um médico está lhes
entregando bebês para a adoção e diz "...cuidem bem desses bebês, pois eles
serão o nosso povo!"
Curiosa, vou olhar os bebês. Eles são muito
parecidos comigo. Mas, não são cópias, porque há meninos e meninas. Sei que eles
saíram de meus gens, mas, apesar disso, sinto que não são exclusivamente meus.
Eles são um novo povo, com tradições, com metas de melhoramentos. Me senti como
Sarah ou Eva: mãe de todos, mas, muito genérica.
http://thumbs.dreamstime.com/thumblarge_130/11738346741pf20F.jpg

Templos, templos e rituais

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilEP_-GltnCLStlQcoIHYHuWl4Dy_fXfKJBQXCUbA8AQS5yYnWrIYqGpUFHxD2r2LMm3Fbw60ZsATS7zPqvLfApunKupZYgC7dCmQ9xiyN1L0FosAHnaMYke9N4xF86wRlyqr5dSubgFE/s1600/templo+de+curitba+by+Jonathan.JPG

TEMPLOS, TEMPLOS E RITUAIS...

Diversas vezes, nas minhas meditações,
costumo freqüentar um templo. Ele é muito grande, lembra uma igreja, tem piso de
granito preto com pedras transparentes – o que lhe confere a aparência de um céu
escuro e estrelado. A nave é grande; tem um mezanino na entrada onde fica um
órgão muito potente. Dos lados, há nichos (onde nas igrejas costumam colocar
santos), mas no templo é um lugar reservado a quem não pode – ou não quer -
participar do ritual.
O que há de mais diferente neste templo é que,
para entrar nele as pessoas precisam despir suas vestes
"profanas", tomar banho e colocar as vestes do templo: túnica branca e
ampla, cinto de couro e metal nobre, sandálias de couro. O banho é
muito peculiar, pois, após a ducha com água e sabonete (do templo),
somos aspergidos com uma espécie de nebulização e passamos por uma
câmara aquecida; após passar pela câmara de luz violeta é que estamos
prontos para entrar no templo.
Durante o ritual, neófitos e acólitos bebem um
líquido róseo e doce, de sabor muito agradável e suave. O ambiente é tão
sugestivo que nos sentimos em perfeita comunhão com Deus e com nossos irmãos do
templo.
Não posso contar o ritual pois, ninguém tem
permissão para faze-lo. Como também, só aqueles que realmente são nossos irmãos
de corpo e alma podem freqüenta-lo.
Ir ao templo não é mero ritual: é lá
que nos reencontramos com Deus; e com nosso próprio eu. Se os
problemas existenciais nos fazem esquecer quem somos e a que viemos, o
templo nos refresca a memória. Recobramos nosso entusiasmo pela vida e
pela missão divina que cada um de nós tem.
Sempre que preciso, me reporto ao
templo. É um lugar de amor e paz, de recolhimento e sintonia. Tem sido
o nosso "repouso do guerreiro".









Dom, 26 de Jun de 2011 7:04 pm

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Templos viagens astrais e natureza


TEMPLOS, VIAGENS ASTRAIS E NATUREZA...

Como já frisei mil e uma vezes, gosto de meditar.
Então, sento no chão do meu quarto, acendo um incenso e fico em posição para
meditar. Só que sinto um estranho desconforto e penso que seria muito melhor
meditar em um templo: há mais clima.
Me concentro na meditação, e de repente, me
transporto para as terras as mais exóticas, com os templos mais privativos.
Começo a selecionar um templo para minha meditação. Me focalizo em uma pequena
cidade com templos das mais variadas crenças; me dirijo a um templo de granito
polido, imponente; ao me acercar dele, percebo que é apenas um mausoléu; daí, me
volto para um outro templo branco e com paredes trabalhadas mas, ao chegar
perto, vejo que e feito com ossos humanos de pessoas mortas em sacrifícios
rituais.
Já estou me aborrecendo com tantos enganos e quase
desistindo de achar um templo ideal. De repente, entro em um jardim luxuriante,
com muito verde e muitas flores. Vejo duas pequenas trilhas no chão como entrada
de garagem. Curiosa, olho para onde seguem e examino sua textura. Escrito em uma
delas está a frase "eu sou o caminho, a verdade e a vida" e na outra "ninguém
vem ao pai senão por mim" são os versículos de Jo 14:6. Torno a olhar a direção
das trilhas e vejo que elas terminam em um lindo altar de pedra bruta sobre o
qual estão bandejas das melhores frutas e flores, tendo como pano de fundo uma
queda uma d'água. Num átimo entendo tudo: o templo ideal é a natureza, criada
por Deus e que nos conecta e sintoniza com ele. Observar as obras de Deus é
admira-LO e ama-LO. Desde aí, quando quero meditar, me imagino em meio à
natureza ou, se puder, vou para um parque tranqüilo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4IQZ-eXEM4CpE_Fqob6nKaH37fstLPtHLC0_7wnz2_ykIR-4RE9Caa_vdDT-EDN9pCy-QiITL3SlYkWQtLiqSQ_AxN_Muj27a15d1OcY2alZB6gILr-rjO4_kD719-GZPoYi55FX7d4_A/s400/fotos+052.jpg



As missões

                      
As Missões
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De:
Hermeta Marly Coe <cloeartheme@yahoo.com.br> 
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Para:multilistalivre@yahoogrupos.com.br

Há poucos dias postei um artigo sobre o "Holocausto ameríndio".Acho que esse nome pomposo tirou a atenção do artigo.
Na verdade, eu queria denunciar o massacre dos índios de toda a América, que, em 1490 eram mais de 500.000 pessoas.
Hoje, vendo "A Missão", um filme com muito embasamento histórico, resolví postar a História de Sepé Tiarajú:

Sepé Tiaraju agora é herói nacional

Lei sancionada pelo vice-presidente, em exercício, José Alencar, coloca o índio missioneiro Sepé Tiaraju, no mesmo patamar em que se encontram Tiradentes, Santos Dumont e Zumbi dos Palmares.
O projeto que elevou o índio Sepé a categoria de herói é de autoria do deputado federal gaúcho Marco Maia (PT) que festejou a nova lei, dizendo que "chegou a vez de prestarmos o devido reconhecimento à história de coragem e de luta pelo direito à terra de nosso herói Sepé Tiaraju."

José Tiaraju era corregedor da Redução Jesuítica de São Miguel na época em que Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Madri (1750), obrigando cerca de 50 mil índios cristãos a abandonarem suas cidades, propriedades e pertences, nas Missões. Foi Sepé Tiaraju, o destemido, que liderou a resistência. "Esta terra tem dono", teria dito o herói, à época.

Sepé morreu em combate, no dia 17 de fevereiro de 1756, enfrentando tropas portuguesas e espanholas na localidade de Batovi, hoje município de São Gabriel. Privados de sua liderança, dias depois, 1,5 mil índios foram dizimados, na batalha de Caiboaté.

Preferiria dizer que Sepé foi um grande homem, que honrou o seu povo e a terra onde nasceu. Mas já que o Brasil precisa de heróis, aí tem um, de verdade!
Fonte: Jornal Zero Hora

Exercício de gratidão

                  
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Exercício de gratidão

Há poucos dias, falando com um amigo muito querido, expressei-lhe a minha gratidão por tudo de importante que
ele foi em minha vida. Senti que ele ficou pouco à vontade pois, sua modéstia não lhe permite vangloriar-se ou dar importância ao que ele fez e faz naturalmente.
Nessa seqüência, lembrei de outras pessoas, igualmente importantes para mim.
    Qual a razão de sua importância?Dinheiro?
    Seria status?Nada disso!!!É que essas pessoas chegaram em minha vida na hora certa e fizeram o que era necessário. Não foram grandes feitos ou presentes. Mas, na sua simplicidade, era a atitude que eu precisava. Como, um convite para tomar um sorvete quando você está só e triste. Ou, tomar um cafezinho, um expresso ou o que seja...mas, que ninguém antes lembrou!Ou, a ajuda espontânea e discreta quando você precisa. São atitudes que não tem preço...
Quando falei isso, vi olhares magoados de pessoas que estiveram mais próximas, que ajudaram mas, cheias de dedos e peias. E só quem já esteve precisando de ajuda sabe o valor
que tem a sensibilidade das pessoas generosas.
Muita gente diz que eu sinto desprezo pelo comum dos mortais eu esclareço: é pelos mortais mesquinhos, insensíveis e
preconceituosos, que só enxergam aparências. Encontrei muitas pestes dessas em meu caminho. E foi por causa/culpa deles que comecei a valorizar as pessoas nobres e generosas e suas atitudes, por menores que fossem. Foi a escuridão da alma dos mesquinhos que me mostrou o brilho das pessoas generosas.
Hoje, eu posso dizer com certeza, que prefiro um cafezinho na companhia de amigos do que um champanhe na companhia de estranhos convenientes. O calor do café com amigos
tem mais valor que o borbulhar do champanhe com estranhos. Isso, somado ao sorriso amável e sincero de um amigo, que te estima apesar dos teus defeitos e não pelo que és, faz toda a diferença.
Sempre que oro a Deus, agradeço sempre pelas pessoas maravilhosas que colocou no meu caminho... e pelas pessoas medonhas que fizeram o contraste mais acentuado entre pessoas generosas e mesquinhas. Como diria meu avô “não fosse a negritude da noite, as estrelas não teriam seu brilho...”

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