Nossas orígens estão descritas nas antigas mitologias.Porque cada história ou mito se fundamenta num fato reinterpretado por nós segundo nossa cultura(civilização) e nossos conhecimentos. Temos aí a mitologia suméria com a história da criação mais próxima do que deverá ter sido.E na mitologia suméria existe a narrativa mais precisa sobre o Edin, que seria uma espécie de jardim botânico e de fauna exótica trazidos para adaptação e colonização do planeta.
Somos meros "lulus"; final de ciclo;calendário maia;freqüencias;tsunami novamente;ficção ou realida
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Coisas que não tem preço
Amor sincero, não tem preço...
O pão nosso de cada dia...
O amor...
Os amigos...
Tudo mais o Master Card compra...
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Quisera ser o vento
Quisera ser o vento
Que está em toda parte.
Mesmo sem ser visto, seria sentido.
As pessoas já não estariam sós
Mas, na companhia tênue
Do ar que se respira.
É difícil ser invisível:
-sempre reclamam tua ausência;
-sempre é pouco o que fazes;
-sempre é pouco o que proporcionas;
-sempre és inconstante;
-sempre desatencioso.
Mas, eu estou sempre te rodeando,
Soprando uma brisa,
Sussurrando nas folhas...
Mas, se eu me enfurecesse, seria
Um furacão, um ciclone, um cataclismo.
Não gostas da suavidade
Só do rugir do vento
Da destruição da procela.
Isso não é amor
É um meteoro acontecendo.
E depois disso,
Só restam ruínas e desolação.
E dirás “eu era feliz e não sabia!”
O segredo
O segredo
Certa ocasião, perguntei
A um casal de idosos
Como conseguiram um casamento
De mais de 30 anos.
Eles responderam:
-Cada um vive em sua casa.
-Não temos como nos aborrecer
Um com o outro.
-Almoçamos juntos,
Passeamos juntos e
Nestas poucas horas
Só trocamos gentilezas.
Vi-os se afastarem e os olhei
Com uma certa inveja.
Por qual razão nem todos
Somos racionais?
A eficácia do exemplo e ineficácia de brutalidade
A eficácia do exemplo e ineficácia de brutalidade
Os nossos usos e costumes, herdados de Portugal, é um sistema que usa discrinação e calúnia como armas.
Nos anos 30, a barbárie e ignorância mandava que se surrasse os filhos para educa-los e meter-lhes medo.
Mas, não apenas os filhos eram disciplinados a pau, mas os inimigos e classes baixas também.Ou era o empregado que não havia agido de acordo, a esposa se resolvesse ser mais saliente; e, em casos extremos, os inimigos ou esposas eram sumariamente executados.Afinal, uma mulher que o marido sustentasse era mera propriedade dele.
Presenciei muitos crimes covardes contra muleres, como a de um sujeito que se julgava traído ( ouvindo muito fuxico das suas irmãs solteironas e encruadas) que descarregou o revólver na pobre mulher.Ela era excelente pessoa.Seu único defeito era vender AVON e trazer muamba do Paraguay para vender (e aumentar a renda familiar, já que o marido era um inútil).Nem é preciso dizer que foi absolvido por seu advogado sem caráter, com a alegação idiota de “legítima defesa da honra”.Para mim, não colou e adverti ásperamente o advogado que amanhã poderia acontecer com uma de suas filhas.
Gosto muito de ler o Jorge Amado, por retratar a sociedade com fidelidade seus romances.Alguém ironizou, dizendo que “o Jorge Amado exagerou-não era bem assim...”.E eu rebato:era, sim;era muito pior que nos romances.Inclusive, muito coronel mandou matar o pretendente pobre de sua filha e sumir com seu neto bastardo.A desculpa:”o que é que os outros vão dizer?”.
Ora, meus caros coronéis, assassinos contumazes.No seu lugar, eu criaria meu neto e cortaria a língua de quem ousasse implicar com ele e minha filha.Se alguém é poderoso, porque não impõe sua vontade?Afinal, cadê a valentia deles nessa hora?P’ra que dizer que tem poder, se tem que se dobrar à hipocrisia da sociedade?!Se você pode, vire o barco, surre seus oponentes e proteja seus filhos ao invés de expulsa-los de casa e deixa-los serem engolidos pela exploração da prostituição e drogas.
Eu sempre abominei quem vive de aparência.E, se alguém ousasse vir fuxicar de minha família, o tocaria porta afora, ou lhe dava uma surra e o mandaria fazer algo de útil, ou o processava por calúnia, difamação e danos morais.
Pelo que deu para entender, o homem era uma fera com outras pessoas mas, se dobrava à religião e à Grande Prostituta(Sociedade e todos que intrigar e dividem para dominar).Particularmente, acho que um cidadão que paga seus impostos e não deve nada na praça, não precisa ficar cheio de dedos com os fuxiqueiros.Talvez chegue o dia em que eu perceba que errei nesse conceito.Mas, nem imaginem como eu ficaria feliz de ter que pedir desculpas, se estivesse errada!Isso significaria que as pessoas são melhores do que eu julguei e que nem tudo está perdido.
Para frisar bem o que é hipocrisia, veja na novela “Gabriela”, onde os coronéis frequentam o Bataclan, mas não querem que as quengas vão a procissão.Como sempre, eles acham o seu dinheiro sujo permite suas incursões nos bordéis e no baixo-mundo-mas, nem pensar que a quenga seja uma pessoa com direitos e deveres.E diga-se de passagem, sempre tiveram seus direitos negados.Muito oportuna a greve das meninas do Bataclan para que se respeitasse o direito de sua devoção.Afinal, elas também pagam esmolas e impostos, logo, tem direitos.
Então recordo dos hippies.Sem armas ou violências e com o slogan “Paz e Amor”, mudaram os rumos da história.E que vitórias!Todos os direitos femininos (exceto o do voto), foram criados nessa época incrível.Enquanto a brutalidade gastou com armas e repressão durante séculos, eles só viveram a sua vida simples por poucas décadas, dando o exemplo de simplificar para administrar.
Hoje, reconheço que muito da truculencia e das atrocidades acontecidas atrasaram o progresso social.Por séculos tentaram dominar pela truculencia e o resultado foi nulo.Se assim não fosse, muitos assassinatos teriam sido evitados.Hoje, o panorama é diferente.Hoje as mulheres tem mais direitos reconhecidos, embora ainda perdure o machismo e muitas mulheres ainda sejam assassinadas dentro de suas casas.
Quanto aos hippies, alcunhados de fedorentos e maconheiros, fizeram uma revolução limpa e saudável.
Há quem não aceite essa revolução.São aqueles que sentem falta de massacrar a mulher e os filhos-ou os inimigos.Hoje, quando a população feminina é maioria, o poder não é mais monopólio dos homens.
Lutaremos para que setores onde se exige justiça e e sensibilidade sejam presidido por mulheres.
Não gostou?Vai reclamar p’ro Bispo ou para os fuxiqueiros.Mas, esteja consciente de nem mata-las (como foi do seu costume) vai impedir a evolução;e que os agentes das ações erradas sofrerão as consequencias certas e devidas.
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