Somos meros "lulus"; final de ciclo;calendário maia;freqüencias;tsunami novamente;ficção ou realida

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Acontecimento insolito



Acontecimento insólito

Muitas vezes, eu fazia viagens astrais;algumas vezes espontaneamente, outras, propositadamente. Quando eu voltava, tinha a sensação de ter sonhado.
Certa ocasião, foi um acontecimento insólito, que me deixou tão comovida que desatei a chorar no final de um ofício no Templo. Estávamos meditando, ouvindo um mantra na voz de uma soror e comecei a desligar da realidade. De repente, me vi voando sobre as nuvens, vendo lá embaixo as ruínas das civilizações pré-colombianas. Fiquei apavorada, com medo de despencar, mas então eu percebi que tinha em minha cabeça um chapéu com asas – o chapéu de Hermes;e era através dele que eu estava voando. Relaxei um pouco e curti a paisagem: era maravilhosa!
Quando o ofício acabou, ninguém podia entender porque eu chorava tão copiosamente. Eu sabia mas, não deveria explicar. Sempre havíamos projetado ir ao Egito e, quando todos foram eu não pude ir. E eu sempre comentava a semelhança entre as pirâmides maias e as egípcias. Acho que meu desejo tão grande me transportou até as ruínas pré-colombianas. Porém, havia em mim um sentimento muito distinto de imensa nostalgia daquelas cidades e civilizações, como se sente quando de alguém que partiu.
Hoje, quando examino esse fato, entendo que nossas almas realmente reencarnam. Talvez, eu seja a reencarnação de uma pessoa que viveu naquela época e civilização. Talvez, minha alma sinta saudades da cidade onde viveu há séculos atrás. E pode estar aí a explicação para o meu fascínio pelas civilizações pré-colombianas.
Além de tudo isso, ficou a sensação de ter visitado esses lugares numa espécie de viagem transcendental.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

VISIT SCOTLAND VOL 1: Glen Coe, Scottish Highlands: HD Photo Montage

MUSICA ANDINA SONIDOS DEL SILENCIO

EL CARNAVALITO, Roberto Carlos, Con Imagenes de Machu Pichu.

MERCEDES SOSA: "Volver a los diecisiete"

Dura lex sed lex




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                                         Dura lex sed lex
                                         Estou no meio de uma guerra.Contra os usurpadores de meus bens e meu destino.Meus ancestrais juntaram um tesouro incalculável e ele foi usurpado.
                                         Passaram-se muitos anos, mas os usurpadores, confiantes e tranquilos, jamais poderiam esperar que alguém da família que eles roubaram fosse questionar.Por no hospício o meu bisavô foi a 1ª maldade.Caluniar as herdeiras, foi a 2ª.Incitar ao assassinato de outro membro, foi a 3ª.Alguém pode argumentar ”que provas você tem?” E eu posso rebater “manda a jurisprudência em crimes onde o mandante é desconhecido que se examine a quem foi proveitoso a eliminação de herdeiros”.Então, está muito claro.Quem poderia aproveitar essa situação?Os usurpadores lá estão, na posse dos bens dos herdeiros legítimos.
                                         Tais pessoas contaram com orientação jurídica, poder lhe apoiando e a ignorância e impotencia dos herdeiros.O seu demônio particular agiu livremente, como se não houvesse um Deus nos céus e uma Justiça na terra.Zombaram da justiça e pisaram em cima das leis de sucessão hereditária, levando a herança diretamente aos herdeiros COLATERAIS.
                                          Entre outras coisas, tirar qualquer chance dos herdeiros terem bons casamentos, boa formação escolar foi o complemento macabro.A calúnia, a internação compulsória, o empobrecimento e a destruição da credibilidade dos herdeiros foram meios usados sem a menor sem cerimônia – aliás, repetidas vezes.
                                          Bem, oponente:não sou o meu bisavô, não sou mais criança, não sou uma despossuída e muito menos ignorante.Principalmente, tenho consciência de que o roubo de meus bens (e o que sofri em consequência), me tornaram forte.Eles não sabem ou não se importaram de saber que carregar pedras, fortalece os músculos.Ter que ouvir o que não merecia e ter que calar, ter que passar privações por ter sido roubada, ter que enfrentar a escória da humanidade, mais e mais me convenceram de que devo acabar com a festa deles, financiada com meu dinheiro.Eles é que eram os pobres diabos.Eu, era uma rica herdeira.Eles são os ladrões.Eu, sou a parte ofendida e prejudicada.Então, chega de se locupletar com meu dinheiro.
                                           Enquanto os ladrões moram bem, nas minhas propriedades, eu pago aluguel.Justo eu, que tive que estudar e trabalhar duramente, enquanto eles usufruiam do que não lhes pertence.Esses inúteis, que jamais trabalharam e estudaram.Só se dedicaram ao roubo, estelionato, abigeato, ocupação e posse.Embora isso possa ser comum, não é normal, nem certo, nem justo.Se alguém, por bajulação, possa estar de acordo com eles, essa pessoa sem personalidade é cúmplice de um crime qualificado e poderá ser acionada também.
                                            Oponente:não tenho pena de você, tenho muito nôjo!Você calculou e premeditou seus crimes enquanto teu mestre estava a solta.Agora, ele está preso nos subterrâneos e bem vigiado.O teu mentor está incomunicável  e não terás a quem recorrer.Não estamos em “1984” de George Orwell, mas o grande Irmão te vigia por todos os lados.O Grande Irmão é à prova de propina, de ameaça ou chantagem.Estás no mato sem cachorro.O Grande Irmão não perdoa deslizes, não confia em ladrões, não ouve argumentações.Ele VÊ tudo.Imaginaste que um dia estarias sendo vigiado a cada passo?Ora, homem de pequena fé!Gente como você nos obriga a ter toda essa segurança...Estamos fazendo uma varredura, estamos passando nos filtros e só aqueles que forem dignos (pelos parâmetros do Grande Irmão) é que merecerão o “Paraíso”.Para ele, de nada vale Eminências autoungidas.Para ele, que tudo vê, importam os teus atos e não fatos ligados a circunstâncias obscuras.O teu passado te condena.A tua palavra não tem mais credibilidade.É teu fim.