Somos meros "lulus"; final de ciclo;calendário maia;freqüencias;tsunami novamente;ficção ou realida

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Questionando as razões dos conflitos

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                    Questionando as razões dos conflitos
                    Quando era criança, os adultos decidiam as coisas e nós obedecíamos sem questionar.
                             Para infelicidade do sistema e alívio nosso, vivemos uma era de transição nos anos 60.Alí, o território era nosso.Ninguém de fora dava ordens e se desse, não eram obedecidas.
                             Nossos pais ficavam arrepiados com a "rebeldia.Até, e inclusive, o serviço militar deixou de ser obrigatório e passou a ser mais seletivo em critérios burocráticos.
                             Mas, o que até hoje incomoda ao sistema é que aprendemos a questionar.Frases antes proibidas como "por quê?", "será?", "há controvérsias!" e "me prove por a+b!" começaram a fazer parte do nosso vocabulário (antes restrito ao "sim, senhor!").
                             Primeiro questionamento foi a Guerra do Vietnam.Os jovens não acreditavam na legitimidade dela.Resposta "são maconheiros e lesados!".Os pais, envergonhados com esse "mau-comportamento", pressionavam seus filhos para aceitar essa insânia.
                             Depois, houve outras guerras e novos  questionamentos.
                             Resposta "são um bando de alienados e irresponsáveis".
                             Mesmo quando esses alienados aceitavam trabalhar em lugares remotos e quase sem recursos para progredir profissionalmente.
                              Hoje, quando as guerras continuam sendo um motivo desgastado e discutível para agressão entre os povos.
                               Aí eu me pergunto:se não houvesse petróleo no Iraq, e em todo Golfo, alguém se importaria?Se não houvesse petróleo na Líbia, faria diferença os crimes do seu ditador?Lembrando um exemplo mais próximo:se meu bisavô fosse pobre, alguém se importaria de ter a tutela e a curatela dele?É claro que não!!!
                               O interesse de Justiça do sistema é diretamente proporcional à fortuna do criminoso.Se for abonado e se for possível fazer sequestro dos bens dele, beleza!Os mafiosos colombianos que por aqui estiveram, deram depoimento sobre a extorsão (sem resultado algum).
Outros criminosos "amalocados" no mundo ocidental, sabem bem o que lhes custa cada dia de sua vida.
                               Me parece que além de fazer guerra, aprendemos também a extorquir dinheiro, vender armas, e permitir as drogas.Nessa vergonha toda, os traficantes e mafiosos além de serem as vítimas, são os menos culpados no contexto.
                               Havia uma frase na Antiga Roma:"à mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que parecer honesta!".Então chegamos à isso:se somos honestos, não parecemos.
                               E hoje, as pessoas questionam as ordens e ameaças de pessoas desonestas ou corruptas.
                                Se assim não fosse, o Ministério Público não seria constrangido pelo povo a se desculpar pela inércia na morte da Juíza Accioli.
                                Nem estaríamos aqui, pedindo punição para seus executores.
                                Um aviso a bandidada de plantão: justiceiros são como a fenix que renasce das cinzas e a cada um executado, surgem dez querendo a cabeça dos bandidos.
                                Somos uma Legião poderosa e  contestadora.E, a ordem que desejamos, passa antes pela execução penal e não pela execução sumária.A menos que os bandidos façam muita questão de serem executados (há sempre meios discretos e eficazes de acabar com pragas - sem deixar vestígios).
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